Life Lessons from A Child’s Book

I don't own this pic. All rights go to their respective owners.

I don’t own this pic. All rights go to its respective owners.

If you ever find yourself oppressed and living a life which is not yours but someone else’s, RUN as fast as you can before you get complacent or even fearful of a new beginning! Avoid “the survival mode” or the crappy life others might want you to have. Reach out from within, have an unwavering faith in God, find your voice and allow yourself to live a life of JOY based on your own terms. Easier said than done. I know! But trust in your prayers. You’re not alone!

Leading Others

Quando se trata de melhorar o engajamento dos funcionários, acredita-se que gestores estão passando muito tempo tentando arrumar o desengajamento depois que ele ocorre, ao invés de avaliar as abordagens de motivação sendo aplicadas. É prática, do gestor inexperiente na questão de liderança de pessoas, esperar até que os funcionários se desmotivem para tomar uma providência. E muitas vezes, tal providência é feita de forma equivocada.

É imperativo para o gestor de equipes, reconhecer que os colaboradores estão avaliando o seu local de trabalho diariamente e formando conclusões a respeito do quanto eles se sentem seguros, positivos e otimistas OU ameaçados, inseguros e temerosos no ambiente que se encontram. Tais avaliações, sejam elas conscientes ou inconscientes, geram conclusões sobre o bem-estar, as intenções e comportamento subsequentes de cada indivíduo.

A responsabilidade que o gestor tem hoje é a de buscar a ser um líder. O papel do líder é auxiliar os colaboradores no processo de avaliação sobre o ambiente onde trabalham, para que consigam rumar para o caminho do engajamento, em vez do desengajamento. Cada dia é uma oportunidade para os líderes apoiarem seus funcionários a mudarem a sua perspectiva em relação às atividades e o ambiente trabalho que sem encontram.

Not Being Enough

It’s been said that one of the greatest fear people have is the fear of not being enough. They are afraid of not being funny enough, attractive enough, smart enough, talkative enough, interesting enough, thin enough etc. The feeling of not being enough can especially hit them hard when they are interacting with those they respect and care about–those who they have high expectations for trust, closeness and validation–such as their spouse and children, relatives, friends, business partners, team coworkers, church members etc. As a result, those people might start distancing themselves from those they care about or reacting in ways that will not make their relationships continue to grow. So, what to do then? Just one way to respond to this is to go through a long-term commitment to love more, to tolerate more, to appreciate more, to serve more, to be more patient, and to believe more in self. Do those things until they become effortless behavior and change will eventually happen.

The same Brazil…for the time being

O Brasil é um país difícil para se viver. Há uma exorbitante carga tributária que incide sobre as empresas em suas transações comerciais e sobre a folha de pagamento de seus funcionários. O sistema de saúde público hoje é ainda ineficiente e carente de remédios, equipamentos, profissionais de saúde e de uma infraestrutura capaz de atender o cidadão com dignidade. Os presídios brasileiros são verdadeiras escolas de criminalidade, onde reina o crime organizado. Não confiamos na atuação de nossa polícia, e esta por si só, tem dificuldades de cumprir seu dever. E nossos governantes e políticos, que têm ajuda do dinheiro público para custear seus ternos, administram mal o dinheiro do contribuinte e pouco fazem para promover o bem estar coletivo. Com isso, a pergunta que nos resta é: O que fazer do nosso país?

Os fatos descritos acima são partícipes do cotidiano de cada um de nós, que vivemos no Brasil e, de fato, uma realidade bizarra para aqueles que migram de países onde o mundo é adverso ao nosso. Depois do meu retorno ao país, venho encontrando indivíduos exasperados com a realidade brasileira e atraídos à ideia de mudança (progresso). Todavia, estes acabam se desanimando porque deparam-se com um cenário frustrante, onde amigos, familiares e desconhecidos são pessimistas referente à uma vida mais rica e gratificante que poderiam levar se tivessem como fazer o país do carnaval prosperar. Para muitos brasileiros, o progresso é uma realidade utópica porque argumentam que não há como mudar o país sozinho e questionam, repreendem e censuram aqueles que se tornam pretenciosos a fazê-lo.

O Brasil evidentemente necessita de uma extensa reforma, apoiada por medidas estruturantes que solucionem os problemas do país, mesmo que estas medidas levem anos para darem resultados. A reforma do país não só exigirá a dedicação e o compromisso dos governos federal, estadual e municipal, mas também o apoio e a participação ativa do povo brasileiro ao longo dos anos. No entanto, vale a ressalva de que iniciativas que buscam o desenvolvimento no país do carnaval—onde a conjuntura do sistema de governo é idiota, fóssil e burocrática—nem sempre parecem ser bem vistos pelos governantes e, com isso, acabam morrendo precocemente. Diante disso, o brasileiro se desanima; se torna vingativo e quer retrucar tirando vantagem sobre os outros; se torna passivo-agressivo à desonestidade alheia de seu governantes e termina como a vítima na história do país tupiniquim.

From Sun Tzu’s Art of War

Give your enemy a chance to scape or he’ll come after you with all his might and strength.

From chapter XI, #50:

In 532 A.D., Kao Huan, afterwards Emperor and canonized as Shen-wu, was surrounded by a great army under Erh-chu Chao and others. His own force was comparatively small, consisting only of 2000 horse and something under 30,000 foot. The lines of investment had not been drawn very closely together, gaps being left at certain points. But Kao Huan, instead of trying to escape, actually made a shift to block all the remaining outlets himself by driving into them a number of oxen and donkeys roped together. As soon as his officers and men saw that there was nothing for it but to conquer or die, their spirits rose to an extraordinary pitch of exaltation, and they charged with such desperate ferocity that the opposing ranks broke and crumbled under their onslaught.

Do you say anything about it?

Situação #1: você vai a um estabelecimento para comprar um copo de suco de laranja natural. A atendente tira da geladeira uma jarra com o suco, coloca no copo e dá para você. Sabendo que você pagou por um suco feito na hora, você diz alguma coisa?

Situação #2: você vai à panificadora e pede um sanduíche. A pessoa te atende bem mas você vê que ela prepara a sua comida sem luvas, atende outras pessoas ao mesmo tempo e a cada minuto abre o lixo com as mãos sem lavá-las. Sobre a falta de higiene da parte dela, você diz alguma coisa?

Situação #3: você vai ao supermercado e pede para a atendente alguns dos bolinhos e salgadinhos que estão do outro lado do balcão. Ela pega dois pacotes de papel para colocar os alimentos. Em vez de utilizar um pegador, ela abre o primeiro pacote com a própria mão sem utilizar uma luva e em seguida faz a mesma coisa com o outro pacote, só que dessa vez a mão e a metade do braço dela vão para dentro do pacote. Mesmo assim, utiliza um pegador para colocar os alimentos nos pacotes. Você diz alguma coisa?

Situação #4: você vai ao Subway e pede para o rapaz fazer aquele seu sanduíche preferido. Durante o preparo do sanduíche ele se incomoda com algumas moscas verdinhas, pega um pedaço de papelão e começa a matar as moscas na área onde ele estava preparando seu lanche e você ainda consegue ver as moscas mortas embaixo do papelão. Você diz alguma coisa?

Se isso for natural para você, você é uma pessoa feliz! Do contrário, se você pensa que senso comum existe na vida de muitos brasileiros, você está equivocado. Ela não existe! Os fatos descritos acima foram experiências que tenho tido no Brasil. Muitos são ignorantes porque vivem num mundo de ignorância. Ao contrários dos EUA que tiveram uma colonização de povoamento, o nosso Brasil teve uma colonização de exploração, e ela parece influenciar o país até hoje. Infelizmente podemos também estar contribuindo para a ignorância dessas pessoas porque às vezes somos preconceituosos, às vezes somos impacientes, às vezes somos gananciosos, às vezes fazemos muito pouco para orientá-las e às vezes usamos nossa ignorância contra elas. Então, como é que podemos escrever uma história diferente dessa que temos escrito?

Small Wins

A client who became a good friend of mine came to me this afternoon to give me a warm hug. At first I was confused and asked her the reason for such a hug, and she said, “I was able to speak English today!” For someone who almost always froze and panicked whenever she had to say anything in English, today was a great achievement for her.

This client works for a major bank in Brazil as a risk management analyst. Every week she attends meetings held in English and communicates every day with other analysts from abroad. So, be able to speak English is a must for her! But her issue wasn’t that she didn’t know any English. Her issue was her fear of making mistakes when she spoke English and what others would probably think of her.

So I met with her one day to understand what was really going on and what she really wanted. When I finally understood what she wanted, I helped her set some goals for herself and we started working on them right away through baby-steps. She never missed any of my exercises and she attended all other activities and opportunities she had to build her confidence and to strengthen her communication skills. As small and insignificant as those activities seemed to be for her, little did she know she was accumulating small wins. And those small wins made all the difference for her at work today.

This event reminded me that through the work we’re willing to put backstage will eventually lead us to the success we’re looking for, or at least  take us to our destiny.

So, the lesson I re-learned today was to never take baby-steps for granted because they are our small wins!